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Não... Obrigada, mas tudo de bom para ti. Por favor não precisa se incomodar, eu mesma vejo isso. Quando tu insiste em perguntar como vai o meu dia e se as férias estão indo bem, eu honestamente não quero responder. Algumas coisas na minha vida eu prefiro não publicar especialmente para ti. Tu não tem meu número de celular, saiba que não passarei. Eu já percebi que tu entende de psicologia e futebol, mas eu prefiro compartilhar com livros e autores que eu confio, amigos escritores, admiráveis, visíveis aos meus olhos. Percebe que são poucos os que eu olho e vejo e, que também são poucas as pessoas para quem eu me explico. Arrogante? Talvez. No entanto, ainda assim, tu não és querido meu.
.Talvez tu saiba que enfim acabarei minha faculdade e o quanto foi difícil chegar aqui. Talvez saiba que aquele meu grande medo tá melhorando... Continuo frequentando a casa daquela minha grande amiga e as queixas ainda são as mesmas sobre como aqui em São Paulo é cheio e um calorão. A Doty ainda tem chulé e os mesmos apelidos. Talvez tu ainda tenhas meu celular, mas não mais o meu endereço e telefone residencial e, nem terás. Eu posso te falar o quanto foi legal e o quanto eu aprendi com grandes momentos, mas não me cabe mais lhe falar da minha família e dos meus planos para o ano que vem após a formatura. Então quando quiseres no teu mais íntimo saber sobre mim e eu não te dar a resposta como antes... Conforme-se apenas, em tamanha a minha seleção até hoje, um dia para mim, ter sido querido.
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