segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Meu final de semana...
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Meu final de semana... programação...
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Dúvida cruel
1. Devo ter um cachorro....?
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OU...
2. Devo ter filhos?
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Bom final de semana pessoal, beijocas!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Dia do Psicólogo

Hoje é um grande dia, pois é o dia do profissional que para mim é um dos mais preciosos que existem, tanto que escolhi para mim... Parabéns à todos os psicólogos, estudantes e amantes desta linda forma de levar a vida. Segue abaixo uma frase que amo e logo a seguir o texto mais intenso que já li sobre ser psicólogo.
"O paciente como obra de arte."
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Ser Psicólogo
Walmir Monteiro
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Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.
Não apenas isso, é também uma notável dádiva.
Recebemos o dom de usar a palavra, o olhar,
as nossas expressões, e até mesmo o silêncio.
O dom de tirar lá de dentro o melhor que temos
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.
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Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.
Mas não apenas isso, é também um grande privilégio.
Pois não há maior que o de tocar no que há de mais
precioso e sagrado em um ser humano: seu segredo,
seu medo, suas alegrias, prazeres e inquietações.
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Somos psicólogos e trememos diante da constatação
de que temos instrumentos capazes de
favorecer o bem ou o mal, a construção ou a destruição.
Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável bênção
que é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portas
para a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.
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Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar,
ver sem me escandalizar, e sempre acreditar no bem.
Mesmo na contra-esperança, esperar.
E quando falar, ter consciência do peso da minha palavra,
do conselho, da minha sinalização.
Que as lágrimas que diante de mim rolarem,
pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas,
sejam segredos que me acompanhem até o fim.
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E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de
ter vivido para ajudar as pessoas a serem mais felizes.
O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que
não tinha com quem contar para dividir sua solidão,
sua angústia, seus desejos.
Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir
que isso só começa quando a gente consegue
realmente se conhecer e se aceitar.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
TEXTO
Quando uma pessoa se dispõe a dar uma entrevista, tem que entrar no jogo: responder com generosidade ao que foi perguntado e valer-se de uma educação básica, caso tenha. É bom lembrar que a maioria das entrevistas não é feita apenas para dar ibope ao programa, e sim para ajudar na divulgação de algum projeto do convidado. Ambos saem ganhando. Só quem não ganha é a platéia quando o convidado finge que está lá, mas não está. Madonna é até hoje o trauma da carreira de Marília Gabriela, pelos mesmos motivos.
Claro que há quem defenda a atitude de Phoenix com o argumento da tal “autenticidade”, mas existe uma sutil diferença entre ser autêntico e ser grosso. É muita inocência achar que podemos renunciar de certa performance social. Espero não estar ferindo a sensibilidade dos “autênticos”, mas de um teatrinho ninguém escapa, a não ser que queiramos voltar a viver nas cavernas.
Não sou de me irritar facilmente, mas acho um desrespeito quando uma pessoa faz questão de demonstrar que não compactua com a ocasião. São os casos daqueles que se emburram em torno de uma mesa de jantar e não fazem a menor questão de serem agradáveis. Pode ser num restaurante ou mesmo na casa de alguém: estão todos confraternizando, menos a “vítima”, que parece ter sido carregada para lá à força. Às vezes, foi mesmo. Sabemos o quanto uma mulher pode ser insistente ao tentar convencer um marido a participar de um aniversário de criança, assim como maridos também usam seu poder de persuasão para arrastar a esposa para um evento burocrático. Não importa a situação: saiu de casa, esforce-se. Não precisa virar o mestre-de-cerimônias da noite, mas ao menos agracie seus semelhantes com dois ou três sorrisos. Não dói.
Dentro da igreja, ajoelhe-se. No estádio de futebol, grite pelo seu time. Numa festa, comemore. Durante um beijo, apaixone-se. De frente para o mar, dispa-se. Reencontrou um amigo, escute-o.
Ou faça de outro jeito, se preferir: dentro da igreja, escute-O. Durante um beijo, dispa-se. No estádio de futebol, apaixone-se. De frente para o mar, ajoelhe-se. Numa festa, grite pelo seu time. Reencontrou um amigo, comemore. Esteja!
Se não quiser participar, tudo bem, então fique na sua, no seu canto, na sua respeitável solidão. Melhor uma ausência honesta do que uma presença desaforada.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
NOTÍCIA
Tá impossível...
Está cada vez mais difícil de viver na grande São Paulo. Muita gente, temperatura que oscila os extremos, trânsito, acidentes, violência. É suicida! Não sei até quando eu vou aguentar isso aqui. Sempre que chove já me bate o desespero, pois parece que todos os problemas da cidade dobram. É invasivo de mais. Esquece a pnl que diz sobre a zona de conforto de cada um, pois em qualquer transporte público tu é invadido por pelo menos 8 pessoas no teu derredor mais íntimo. quinta-feira, 20 de agosto de 2009
A FRASE
"Não está ocioso apenas aquele que não faz nada, mas também aquele que poderia fazer algo melhor."
-- Socrates
