quinta-feira, 27 de novembro de 2008

EU E A TV CULTURA - 4 ANOS

Hoje fui limpar minha caixa de e-mails e encontrei um vídeo que o pessoal da TV Assembléia fez para mim quando eu completei 2 anos de TV Cultura, um presente que jamais esquecerei. Mesmo! Então, hoje vou escrever sobre mim e a TV Cultura.
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Quem vai negar que assistia o famoso Castelo Rá-Tim-Bum? Glub-Glub...? X-Tudo? Algum desses arriscaram na infância. Minha mãe me acostumou a assistir a TV Cultura desde muito pequena, afinal - não por nada mas - é a emissora que mais respeita tu e teus filhos! rs. Eu gostava muito da programação e cresci neste costume. Quando fiz 14 anos quis começar a trabalhar, sempre fui "metida a grande". Óbvio que não consegui emprego. Tentei entregar meu currículo para uma coordenadora do Senac que dava a direção do projeto Menor Aprendiz, pois a lei deste projeto permite que jovens trabalhem registrados. À princípio não permitiram e pediram para eu retornar quando completasse 15 anos.
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Bom, esperei né?! Completei 15 em dezembro de 2004, esperei as festas de final de ano e em janeiro de 2005 voltei a procurar por ela. Qual a empresa que ela tinha vaga disponível? TV Cultura. Eu não podia acreditar... Que máaximoo! Pensei. Foram tantas seleções para entrar no projeto, mas com meus 15 anos achava tudo possível, lembro que nem fiquei nervosa nas entrevistas que passei. Metida que só eu. Entrei no projeto!! A partir daí caberia às seleções da emissora me aceitarem ou eu iria para outras empresas. Tive que fazer uma prova com uma galera, jovens também, as 10 melhores provas iriam para uma entrevista, e após isso iriam escolher as vagas. Não tínhamos acesso a prova - que ninguém que não pode leia isso - mas eu consegui depois ver a minha, e me surpreendi com apenas uma questão errada. Deve ser coisa de Deus! À princípio trabalhei no departamento jurídico, onde percebi que não era Direito meu destino rs, foi onde conheci amigos que tenho até hoje. Trabalhei no RH, que foi onde me encontrei com a psicologia - relação pessoal. E direcionei mesmo minha vida profissional.
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Foi no RH também que saí do Projeto Menor Aprendiz com a oportunidade de ir para a TV Assembléia auxiliar os funcionários de lá na parte de RH-DP, ainda pela TV Cultura, e daí... não teria página o suficiente para eu contar tamanha experiência, conheci minha melhor amiga, meu namorado, pessoas inesquecíveis. Quanto ao crescimento que tive como profissional, embora tenha sido limitado, foi importante também! Mas acredito que esta etapa foi para mim um crescimento pessoal que não se explica.
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Entrar para o projeto Menor Aprendiz foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida até hoje! Sou grata à TV Cultura sem dúvida, para sempre. Acreditaram em mim, me ensinaram muita coisa, tenho aprendido muito até hoje, e reconheço a imensidão que tenho para conhecer ainda. Ao Projeto do Menor Aprendiz, agradeço com todo o meu coração, me formou um ser humano digno, e a TV Cultura me forma a cada dia uma profissional. Hoje estou indo para o 5º semestre de Psicologia na faculdade e isso é graças a oportunidade que a TV Cultura me deu, mesmo tão nova - como ainda sou - me deram este voto de confiança. E há 4 anos eu tenho dado o meu melhor, sempre! Hoje faço parte da Diretoria de Prestação de Serviços da TV, trabalho com as contratações dos Projetos da emissora. Tenho a oportunidade de participar desta equipe que as crianças -e adultos também- curtem. E isto é muito gratificante! Contudo, sou uma eterna aprendiz! E até agora esta é minha história com a Fundação Padre Anchieta - Centro Paulista de Rádio e TV Educativas.
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Vou postar abaixo o tal vídeo que encontrei nos meus e-mails, presente que recebi em abril de 2007, como homenagem aos meus 2 anos de empresa. Amigos queridos, momentos que jamais vou esquecer, fica este vídeo para marcar esta experiência da Marília. No final do vídeo aparece o pessoal do Senac, quando eu ainda era do Projeto Menor Aprendiz, esses foram essenciais.
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APAVORA INTERRR




Heróico Inter vence Estudiantes em La Plata



Muito se falou sobre La Plata e a tradição do Estudiantes atuando em sua casa antes do confronto. Para se ter idéia, o time não perdia em casa há 43 partidas, desde 2007. Pois o Internacional foi a La Plata e derrotou os argentinos por 1 a 0 em uma partida com tons heróicos. Desde os 24 minutos do primeiro tempo, quando Guiñazu, foi expulso, o Inter atuou com um jogador a menos.



Com uma atuação perfeita taticamente e tecnicamente, além de uma grande dose de disposição e garra de todos, o Inter superou todas as adversidades em campo e fora dele, a pressão de mais de 50 mil torcedores, os erros de arbitragem e saiu na frente nas finais da Copa Sul-Americana. Agora, o time joga por empate no jogo de volta, dia 3, no Beira-Rio para conquistar o inédito título para o futebol brasileiro

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

HOJE É DIA DE JOGOOOO



Começa a grande decisão da Copa Sul-Americana 2008
26/11/2008


"Temos que nos preparar para uma guerra porque é assim que joga o Estudiantes.”

Desta forma o volante Guiñazu definiu como será o enfrentamento com a equipe de La Plata na noite desta quarta-feira. (HOJEEEE) Guiñazu tem conhecimento de causa. Jogou muito tempo em equipes argentinas, como o Newell´s Old Boys e o Independiente e conhece bem o adversário.

Inter promete muita raça e determinação contra o Estudiantes

O Inter buscará manter o ótimo retrospecto fora de casa na competição até o momento. Em quatro jogos, venceu dois e empatou dois. Para isso, o treinador terá à disposição todos os titulares para o confronto. Dessa maneira, o Inter deve começar com Lauro; Bolívar, Índio, Álvaro e Marcão; Edinho, Magrão, Guiñazu e D´Alessandro; Alex e Nilmar. “Demonstramos durante a competição que somos um time maduro. Esperamos levar alguma vantagem para o jogo de volta, no Beira-Rio”, projetou o goleiro Lauro.

Título inédito

Se o Inter conquistar a Sul-Americana será a primeira vez que um time brasileiro consegue este feito. Só de chegar à decisão, o Internacional já conseguiu algo inédito para o futebol do Brasil. “Ninguém no Brasil teve esta oportunidade que estamos tendo. Vamos ver se aproveitamos e fazemos por onde para merecer esta conquista”, disse Alex.

Se o Inter conquistar a Sul-Americana vai ter vencido todos os grandes títulos possíveis e desejáveis para um grande time do futebol brasileiro. Ao longo de 99 anos, o time já venceu Campeonato Estadual (38 vezes), Campeonato Brasileiro (três), Copa do Brasil, Copa Libertadores, Mundial FIFA e a Recopa Sul-Americana. “Esperamos esta conquista para fechar este ciclo que teve a Libertadores, o Mundial e a Recopa”, disse o volante Magrão.

É CADA UMA

AS COISAS ESTÃO VOANDO POR AQUI

Por alguns segundos me perdi no tempo e imaginei estar em 2009: "Ah não, é 2008 ainda!". Outro dia na faculdade coloquei a data de 2004. Tô mesmo confusa ou o tempo tem enlouquecido agente? Já pensou que todo o dia acontece de colocarmos a data em qualquer documento/ofício/caderno e ainda assim às vezes fazemos a pergunta “Que dia é hoje?” Penso que isso não acontece por que perguntamos por perguntar, como o tal “han?” quando entendemos mas queremos mais tempo para elaborar uma resposta. Não! Perguntamos por que certamente nos perdemos no tempo. Alguma vez a tua quinta-feira pareceu não aparecer? Duvido que nunca tenha dito que tal semana passou rápido de mais. Tá, pode ser que nem todos concordem comigo – e nem quero isso.

Mas o mais incrível não é tanto as horas passarem depressa, o que tem me assustado tem sido as coisas que podemos enxergar, as coisas coisas mesmo, sabe? O comportamento das crianças, por exemplo. Minha priminha faz coisas com cinco aninhos que eu ou minha mãe – sei lá – jamais faria nesta faixa etária. O sobrinho do meu namorado acessa o You Tube com cinco anos de idade cara! E quando a gente tenta brincar com as crianças, com voz trabalhada, carinhas ensaiadas, nos sentimos idiotas porque elas nem dão atenção para toda aquela cena que elaboramos pensando agradar. Outra coisa que mexe comigo é a tecnologia, eu conversei brevemente com um amigo ontem sobre a fita cassete e a VHS, e isso me fez pensar em falar sobre as coisas que estão voando por aqui, quando falo “por aqui” digo aqui “meu mundo”, não posso generalizar como têm sido essas coisas para vocês, mas fato é que a fita cassete com seu lado A e B passaram voando por mim. E o que dizer do MP3 Player? Quando consegui comprar um e entender sua utilidade... A molecadinha apareceu com o MP 5, com vídeo clipe e o caramba! Parece que tu nunca estará atualizado por aqui! Logo surgirá o MP700, ou sei lá o que mais... São tantas as coisas que podemos citar...

Estava eu no meu horário de almoço e meu colega de serviço ao meu lado. Ele estava assistindo televisão no bosque da empresa. Epa, como assim uma televisão no meio das árvores? Tchê, era um celular! Que para mim, ainda serve para falar com alguém em casos de urgência, agora também é televisão. Algo assim... “no buzão: Liga no jornal aí!” Parece deboche! Dá para acreditar? Eu, só vendo. Ontem na aula foi o máximo, tive uma dúvida de português e perguntei para meu amigão do lado a dúvida, ele também não sabia e fiquei realmente frustrada com aquela idéia de “substitua a palavra” e por ter esquecido meu dicionário em casa, mas logo ele me mostrou o celular dele com a palavra em uma página de busca. Agora me diz pra que eu ainda tenho um dicionário tipo livro? Olha, isso tudo pode parecer muito natural para algumas pessoas, mas se pensarmos em 10 anos atrás, mal existia o celular. Podem debochar de mim, dizerem que sou ignorante, mas admiro mesmo quem consegue manter-se atualizado neste mundo que vivemos hoje. Faço 19 anos agora e quanta coisa eu já vi em tão pouco tempo. As coisas estão mesmo voando por aqui.

Bom, pelo menos meu dicionário não acaba a bateria!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Faz tempo que não publico uma curiosidade idiota



Vejam essa rs...

Por que acordamos com o rosto inchado?
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Cerca de 70% de nosso corpo é constituído de líquidos e a posição em que dormimos facilita o acúmulo deles na parte superior do corpo. Durante o dia, os líquidos tendem a se concentrar na pernas e nos pés.

JUNO

Como prometido....

Juno, é uma menina de 16 anos, altruísta, aparentemente muito decidida. Filha de pais separados, mora com o pai e a madastra. Por decisão própria não tem relação nem contato com a mãe. Tem conhecimento do que pode e não pode levando em conta seu nível de maturidade, diferente da grande maioria das meninas nesta idade, sonhadoras. É mais conhecida por ser melhor amiga de Leah, a líder de torcida do time do colégio. Juno é muito discreta e autêntica. Montou uma banda com alguns meninos da escola juntamente com Bleeker, considerado um grande amigo. Bleeker, com 16 anos é um menino magricela e discreto, apaixonado por Juno que não revelou isso até que - em um dia de tédio dele e de Juno - resolvem transar. Naquele dia passava o filme “Bruxa de Blair” na televisão, daí o apelido de “Bruxinha” para Juno.
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Aproximadamente 16 semanas depois, o sinal de positivo decepciona Juno com a notícia de que estaria grávida. Uma porcaria! Um infelizmente é o que diz para a Leah por telefone, que apoia o aborto. Neste momento o bebê já teria sido rejeitado pela mãe. Talvez já devesse sentir este abandono. Minutos depois Juno marca hora para realizar o aborto. Juno e Leah carregam uma poltrona até o jardim de entrada da casa do Bleeker, e logo pela manhã espera por ele sentada. E então quando ele sai para a corrida matinal, Juno dá a terrível notícia. Bleeker tão criança quanto Juno, quanto aquele bebê que acaba de ganhar a vida, pergunta o que devem fazer. Mas Juno é muito decidida, já marcou o aborto mesmo sem conversar com o pai do bebê e propõe para ele a idéia. Logo é apoiada por Bleeker também. O menino que acaba de aprender que uma gravidez resulta em uma criança fica sem reação e apenas aceita a escolha "da Bruxinha", talvez por não ter outra idéia em mente no momento.
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Chega o momento da “solução” que Juno em acordo com Bleeker encontrou. Marcou com Leah de buscá-la às 14h00, mas antes disso Juno já aparece na casa da amiga, e com a mesma certeza de 1 hora atrás em fazer o aborto, conta que irá manter a gravidez. Leah tenta convencê-la do aborto, afinal terá que usar sutiã, engordar, contar à todos, e que engravidar nesta idade só seria um problema. Mas Juno aceita todas essas terríveis idéias sendo que ao nascer o bebê, daria ele para uma família que pudesse amá-lo. E não ficar com tamanha responsabilidade para ela.
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Primeiro passo, contar para o pai e a madastra. Acontece a esperada supresa para ambos e a decepção do pai, em ter sido um erro dele ou “sei lá o que”. Junto a notícia, como forma de consolo desabafa seus sintomas de enjôos e mal estar. Também explica da adoção que conseguiu por um anúncio no jornal de um casal que busca por uma adoção desesperadamente. Por não ter escolha, a não ser acolher a filha, a madastra que sempre foi muito atenciosa com Juno faz os preparativos do pré-natal e o pai disponibiliza-se para ir com Juno a casa do tal casal que irá adotar o bebê.
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Juno faz todos os exames necessários de pré-natal, e após isso vai à casa dos pais adotivos para conversar cobre a adoção, conhecer o casal, enfim. Ela e o pai são recebidos por Mark e Vanessa, e pela advogada deles. Durante a conversa para acertar a adoção, Juno resolve ir ao banheiro e ao caminho de volta vê em um quarto instrumentos musicais de sua preferência. O pai adotivo seria músico? O mesmo sobe para ver como está Juno, e eles acabam em um debate sobre o Rock, tocam e cantam juntos. Contudo, aquele casal – de fato – seria o perfeito para criar seu filho. Uma mulher amável, ansiosa por ser mãe e um homem fanático por Rock que toca guitarra. Casal tão complexo como Juno. Ela não via porque não dar certo.
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Vanessa trabalhava fora, já Mark era compositor de músicas para comerciais, e trabalhava em casa. Durante a gestação, Juno ía à casa do casal para dar as notícias do bebê, o que poderia ser por telefone, mas ela fazia questão de ir até o outro lado da cidade dirigindo e passar o dia com Mark. Estabeleceram uma relação forte, por estarem sempre justos, compartilharam CD’S e vídeos favoritos. Semanas foram passando e Juno se tornando uma “super grávida”. Tudo parecia tudo bem, embora a polêmica na escola de uma criança estar esperando por outra. O altruísmo de Juno tão explícito. Uma menina com conhecimento de sua imaturidade, assume o pré-conceito na escola, na família, na cidade. E doa à uma família impossibilitada de ter um bebê “a dádiva da vida, que chora e faz cocô”.
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Mas não estava tudo tão bem como parecia. Estaria Mark tão preparado como Vanessa para receber esta criança? É então que Juno recebe a notícia de que o casal que iria assumir toda a responsabilidade que deveria ser dela, iriam se divorciar. Foi como se toda a carga de responsabilidade descarregada no casal voltassse para Juno, e é quando ela chora. Chora como uma criança, que ainda é. Neste momento Juno pensa ter perdido a fé com a humanidade, procura seu pai e desabafa. Na dúvida de que duas pessoas pudessem viver juntas para sempre, e felizes. Seu pai se separou de sua mãe quando ela era ainda muito nova, agora este casal que iria receber seu filho se separa, o que seria eterno e feliz então? Com os conselhos simples do pai, percebe o amor dela para com Bleeker, e que aquele amor era correspondido. Ainda com a consciência de que nem ela, nem Bleeker estavam preparados para criar o filho feito em um dia de tédio, Juno escreve para Vanessa mantendo o acordo de adoção, mesmo sem Mark.
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Chega o grande dia, Juno vai para o hospital com a família e Leah. Bleeker não ficou sabendo e foi para uma grande competição de corrida. Nasce o bebê, e lá está Vanessa, para acolher desde o primeiro momento, como a mãe que acompanhou cada momento da gestação, que ficou ansiosa durante os 9 meses, preparou o quarto e fez todas as fantasias de como seriam suas características, e o todo mais. Sem qualquer notícia, Bleeker chega no hospital e abraçado com Juno, a faz chorar. Um choro de alívio e acolhimento do amado, que de alguma forma sentia o mais próximo que ela naquele momento. O "peso" teria saído de dentro de Juno e então, o recomeço poderia ser a melhor opção para ela e Bleeker.
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O filme termina em uma tarde de verão, no jardim da casa do Bleeker. E como a nove meses atrás, o casalzinho toca violão e canta junto. Porém hoje como namorados, que irão começar desta vez pelo começo.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

NOTÍCIA

"Judiera"... Tadinho do papagaio. Vejam:
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Folha Online
21/11/2008 - 15h12
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Papagaio toma antidepressivo após morte de dono na Inglaterra
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Um papagaio-cinza da Inglaterra está sendo medicado com antidepressivo após a morte do dono. A ave parece não ter superado a perda, ocorrida nove meses atrás.
Segundo o jornal "The Sun", Glum Fred foi criado por George Dance em Somerset desde que era um filhote. Com o trauma, o papagaio passou a arrancar as penas do pescoço e a balançar a cabeça incessantemente.
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De acordo com especialistas, o animal entrou em depressão, pois não conseguiu entender por que o dono simplesmente desapareceu.
"Fred era muito ligado a George", contou a viúva, Helen, ao jornal. Agora, a ave toma duas doses diárias de antidepressivo líquido e já apresentou melhora em seu comportamento.

sábado, 22 de novembro de 2008

HOJE É O DIA DO MÚSICO

Hoje é o dia do músico, e para mim hoje é o dia do meu pai. Músico profissional, suuuper compentente, talentoso. Marko Mafra, guitarrista da banda The Travellers de Porto Alegre - RS
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Sempre que tiro férias vou para o Sul do nosso País e acompanho os show's como posso!!!
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Segue meu velho arrasando aee:


(Pai... Parabéns por esta carreira linda, e obrigada por tudo que me ensinou da música. Sabe que sou tua fã nº1!)
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Li na internet um texto de Marcus Vinicius Jacobson, jornalista e diretor do MVHP. Achei fantástico, e com permissão do Marcus vou postar aqui hoje. Foi em 2002, mas vale até hoje sem dúvidas...
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NO MUNDO DA MÚSICA

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Profissão: Músico
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Estamos no ano 2002. E por incrível que pareça, nos tempos de hoje, a profissão de músico está cada vez mais descaracterizada em nosso país. São tantos os dublês que aparecem por aí se intitulando músico que chego a ter pena dos que ralam pra caramba numa faculdade de Música para ter o diploma em mãos. Na coluna dessa semana gostaria de por em pauta a batalha de nós músicos nesse mercado. Mercado esse infestado de ``músicos farsantes`` que ocupam o lugar de quem estudou e se formou.
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Recebo mensagens diariamente com pessoas que se consideram injustiçadas por terem talento, mas não reconhecido ao passo que outras que nem sequer estudaram estão no auge da fama. Pois é, antes de encararmos a profissão de músico no Brasil, devemos nos atentar para esse fato que é bastante comum acontecer. Infelizmente os dublês de músicos estão tirando espaço dos verdadeiros músicos. Isso é desanimador, visto que quem deseja entrar de cabeça nessa carreira acaba desistindo antes da hora por culpa do que relatei acima.
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Mas ponho em questão o seguinte: será que não é preciso estudar e trabalhar mais pra ser músico? Eu tenho uma opinião pessoal, mas claro que estamos numa democracia e cabe cada um achar o que seria melhor seguir. Acredito que o músico que quer ser alguém na vida deva seguir exemplos dos caras que batalham muito. Imagine se Carlos Bala, baterista de Djavan, não tivesse estudado a beça e tivesse vivido apenas na ilusão de ser famoso? Mas não. Bala estudou pacas, tocou em banda de baile, tocou com pessoas boas, ruins, e hoje está aí. Esse é o verdadeiro músico.
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Vamos pensar em ser músico como uma pessoa que quer ser engenheiro: precisamos ter a vontade, estudar muito, trabalhar - muitas vezes ganhando o normal de alguém em início de carreira, ou seja quase nada - e aquela pequena dose de sorte. Vamos pensar mais nisso como uma fórmula de sucesso em vez de ficar se lamentando pelo que os outros estão fazendo. Sei que é revoltante ver, na crista da onda, algum cantor que não sabe sequer ler uma partitura ou tocar um instrumento, se dizendo músico por aí. Mas lembre-se: Se já estudando e ralando continua difiícil, imagina se ficarmos parados no tempo e no espaço observando esses fatos acontecerem seguidamente? Temos que responder no campo de trabalho. Invista em sua carreira de músico. Não abandone ela por causa desses detalhes que mancham a imagem dessa profissão.
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Cabe a nós, músicos, começarmos a debater para achar soluções aos nossos problemas. Caso contrário, é inevitável que sejamos vítimas de nossa própria ignorância social. Temos que entrar nessa profissão de cabeça erguida. Estudar e se aprofundar é preciso. Não deixe com que esses exemplos negativos se transformem em um espelho em sua carreira. Um dia teremos esse reconhecimento e quando ele chegar estaremos prontos para o sucesso.