terça-feira, 14 de outubro de 2008

NOTÍCIA

Que notícia linda....
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13/10/08 - 21h57
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Turma de índios se forma em Pedagogia pela USP

Na semana do dia do mestre, o Brasil ganhou novos professores formados pela Universidade de São Paulo (USP). Mas a turma que recebeu o diploma é diferente. Se é festa, o traje tem que ser caprichado e a coreografia perfeita. O caminho para chegar até o local não foi nada fácil.
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“A minha aldeia fica a oito horas de viagem. A gente saía da aldeia para ficar uma semana em São Paulo a gente pensava na comunidade, para não deixar morrer o que o nosso antepassado deixou para a gente e resgatar o que é nosso”, conta o formando Altiere Damasceno.
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As comunidades não se contentam mais com qualquer agrado. O que eles querem é um futuro. Por isso foram atrás do conhecimento. “É um começo para mim. Pretendo estudar mais e levar o nome de minha comunidade em frente”, revela o formando Richard Caetano.
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Richard e Altiere fazem parte da turma de 81 índios formados em pedagogia pela Universidade de São Paulo (USP). “Mais do que ensinar, eu diria que aprendemos bastante com eles. Aprendemos a ter paciência, respeitar diferenças”, afirma o professor Gustavo Killner.
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Os novos professores vão dar aula nas próprias tribos em que nasceram. Estudantes não faltam. No estado de São Paulo, há 30 aldeias, onde vivem 5 mil índios: 1,5 mil em idade escolar. “A nossa preocupação é levar a nossa cultura. Temos que levar isso para a sala de aula”, reforça Richard.
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O ponto alto da festa vai começar agora, é hora de receber o diploma é hora de participar de um momento histórico, da cultura indígena, no Brasil. Famílias inteiras lotaram o auditório. É a primeira vez que alguém tão próximo a elas consegue um diploma universitário. “Na verdade, quero ser espelho para meus alunos. Já estou sendo. Estou muito orgulhoso”, confessa o formando Antônio da Silva Santos.

FELICIDADE

Outro dia escrevendo sobre felicidade no amor, me perguntei o que é felicidade num todo. Ficou só para mim a questão, nem escrevi para não estender muito a publicação. Sexta-feira passada uma amiga me manda um artigo sobre felicidade. Ah! Vou falar sobre.

É curioso como temos o costume de classificar os fatos. Sem especificarmos nada, titulamos a vida feliz ou infeliz, boa ou ruim. No artigo que recebi, logo no título dizia “Felicidade, o enigma que desde sempre inquieta a humanidade”. Tô nessa.

Em um debate na faculdade ouvi que existem momentos felizes, e não essa parada de determinar feliz por completo ou totalmente infeliz. E é exatamente disto que o artigo falava. Daniel Gilbert, professor de psicologia da Universidade de Harvard – EUA, estuda a felicidade há mais de duas décadas (nunca imaginei que a felicidade fosse objeto de estudo), ele conceitua a sensação de bem-estar: “É difícil dizer o que é, mas sei quando eu a vejo. É simplesmente se sentir bem”, afirma Gilbert. Adorei!

Logo, a felicidade não é algo constante, seria um estado de êxtase, um prazer extremo e momentâneo. Assim como a tristeza, li um jeito legal de explicar isso: “estar feliz ou triste é um ir e vir”. Gosto muito de filosofia então não posso deixar de relatar a afirmação de Aristóteles, onde diz que "a felicidade se atinge pelo exercício da virtude e não da posse", ele conseguiu concluir há mais de 2 mil anos o que nos dias de hoje “quebramos a cabeça” tentando resolver. Incrível!

Podemos considerar as mais clássicas felicidades. Oportunidade nos estudos, casa própria, ser correspondido nos sentimentos, conquistas profissionais, uma família bem resolvida, muito dinheiro, paz, saúde perfeita, beleza física, status, filhos na universidade, fama, enfim. Sabemos que há pessoas com tudo ou algum destes citados e que não se consideram felizes. Claro, porque a felicidade não é algo permanente, não podemos estar bem o tempo todo.

Talvez o segredo seja aceitarmos o que somos e temos, acreditarmos em nossa essência, sem guerras interiores pela vida. Por isso dizemos que quando criança eramos felizes, a criança não questiona, não reclama; ela vive. Aprendendo com os momentos de tristeza e aproveitando os momentos de felicidades, isso é viver bem!

Quero agradecer a Priscila que me mandou o artigo da felicidade e consegui alguns pontos para escrever esta publicação.

Abraços.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

ESPERANÇA


Jogadores ainda não desistem de vaga na Libertadores no centenário
Apesar dos nove pontos de distância para o G-4, discurso é de esperança

O Internacional não chegou a decepcionar ao empatar com o Goiás em 1 a 1, neste sábado, no Serra Dourada, pela 30ª rodada do Brasileirão. Mas os jogadores reconheceram que o objetivo de disputar a Libertadores no ano do centenário ficou mais difícil.
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No entanto, a postura ainda é de confiança num bom fim de ano, adotada pelo zagueiro Bolívar ao deixar o gramado do estádio: - Nosso objetivo ainda é buscar a Libertadores. Ainda há nove rodadas pela frente, todos jogos importantes. Temos um grande plantel e iremos trabalhar porque nada está acabado - diz.
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O atacante Nilmar é mais cauteloso, porém não menos esperançoso: - O G-4 está ficando distante. Sem dúvida a vitória era o que as duas equipes pretendiam para seguir com chances, mas agora temos dois jogos em casa para voltar a subir – comenta.

FACULDADE

É engraçado esse papo de amigos na faculdade. Primeiro semestre a idéia é ter um melhor amigo que irá ser o companheiro dos trabalhos... provas, da vida, chamará a mãe dele de tia, estará do teu lado no dia da formatura etc etc. Sempre há um logo de cara, depois surgem mais e aí formam as “turminhas” dos favoritos.

No início não é fácil chegar à faculdade, sozinho, sem conhecer ninguém e acreditar que “hoje será uma ótima aula”, não nos preocupamos tanto com a aula, porque estamos cercados de novas faces esperando para saber nosso nome, de onde somos, porque escolhemos tal curso e de fato, também ficamos assim com relação a todos aqueles novatos como nós.

Com isso procuramos os que mais se identificam conosco, afinal a faculdade vai demorar muito para terminar e precisamos de alguém “legal” por perto, aí fica tudo beleza. Até certo ponto. Não queira ter um “tiricotico” de resolver mudar, pois aí o que se identificava contigo passará a ser alguém diferente e não mais o adequado para te acompanhar. O complicado é perceber que tu se tornou uma chata. Natural que toda mudança em nós irá se identificar com alguém.

Estou na metade da faculdade tão demorada, o tempo passou mais rápido do que imaginei. Percebi que sempre haveram outros colegas. Que é impossível agradar a todos e que isso não é tão importante como eu pensava ser, trabalhos individuais são mais lucrativos para nossa formação. Que existem colegas que sabem a diferença entre “mais” e “mas”, sabem usar a letra “a” com crase quando preciso, e ainda assim não precisam ser melhores amigos mas podem fazer parte da nossa formação positivamente. Hoje me preocupo com a aula, me preocupo com a metade que falta.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Curiosidade


Palavras-cruzadas
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Passatempo era publicado somente em jornal. As palavras cruzadas surgiram nos Estados Unidos em 1913 publicadas como um exercício mental no jornal New York World. Atualmente, o jogo é atração tanto para crianças como para adultos.

SEEEEEEEEXTA-FEIRAAAAAAAA

Excelente fim de semana pra gente!!!
Beijos

NOTÍCIA

Exemplo:

08/10/2008 - 12h17

Com quase 80 anos, idosas surfam em busca de qualidade de vida

ALESSANDRO REISLUCIANA BUGNI
da Revista da Hora

Fusae Nishida Uramoto, 78 anos, nunca foi de ficar parada. Ela já teve lanchonete e banca de jornal. Nem se lembra muito bem de quando se aposentou, mas calcula que tenha sido há quase 20 anos. As amigas Fusae e Reiko surfam há seis anos em Santos, no litoral de São Paulo


Depois da aposentadoria, trabalhava fazendo salgadinhos para vender. "Um dia, eu pensei: tenho ainda a força do trabalho, mas minha vida já vai acabar, e é preciso aproveitá-la", diz. Só não imaginava que se divertiria em cima de uma prancha de surfe, no mar de Santos (a 72 km de SP).


"Eu sempre fiz atividades físicas e gostava de me exercitar. Um dia, vi uma mulher boiando em uma prancha e achei que seria um esporte muito agradável. Fui à escola fazer inscrição, e os professores ficaram me olhando assustados", conta, rindo. Nessa época, tinha 72 anos. Para não ficar sozinha na aula, chamou a amiga Reiko Konno, 79, que também se apaixonou pelo mar.


Com a ajuda dos professores, as duas vêm progredindo. Já ficam em pé na prancha. "Começamos com body-board e só depois de dois anos é que ficamos em pé na prancha. Nada é muito radical", diz Fusae. "Temos dificuldade de assimilar a técnica. O mar tem muita força", diz Reiko.


O mais importante, no entanto, é a sensação de bem-estar. "Quando estou na água, sinto-me muito bem", conta Reiko, que trabalhou em tecelagens na capital paulista e é aposentada desde 1972.


quinta-feira, 9 de outubro de 2008

HOJE


É como se todo dia eu fosse derrotada pelo trânsito, pelo medo do meu semelhante, pelos extremos de frio ou calor, pela multidão que vem na contramão. Não era pra rimar, porque nada é bonito por aqui. E eu não gosto disso! É solidão em 19 milhões de pessoas. Viver na cidade tem me deixado muito estressada.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Curiosidade

"Mítico, mas muito legal... "
Sabe porque o anel de compromisso se usa no quarto dedo?

Existe uma lenda chinesa que conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente...
Os polegares representam os pais. Os indicadores representam teus irmãos e amigos. O dedo médio representa a ti mesmo. O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge. O dedo mindinho representa teus filhos.

Agora junta tuas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a ti mesmo, como na imagem...

Agora tenta separar de forma paralela teus polegares (representam teus pais), vc vai notar que eles se separam porque teus pais não estão destinados a viver contigo ate o dia da tua morte, una os dedos novamente. Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam teus irmãos e amigos), vc vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos. Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam teus filhos) estes também se abrem porque teus filhos crescem e quando já não precisam mais de nos,se vão, una os dedos novamente. Finalmente, tente separar teus dedos anelares (o quarto dedo que representa teu cônjuge) e vc vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegues separá-los. Isso se deve ao fato de que um casal esta destinado a estar unido ate o ultimo dia da sua vida e é por isso que o anel se usa neste dedo.